Sábado, 19 de Setembro de 2009

Tweet more, blog less

Mais tweets, menos blog posts.  Cheguei a pensar não passar por isto, usando mesmo tecnologias como a oferecida pelo Twitterfeed, que permite “alimentar” a timeline de uma conta Twitter com novos posts, usando os RSS feeds do blog.  Mas, afinal, um tweet não é nada mais do que um post num microblog

Sábado, 8 de Agosto de 2009

Cultura Twitter

A cultura enquanto expressão antropológica do comportamento e ritual sociais surpreende-nos em situações como esta, em que diferentes grupos podem interpretar de diferentes formas as mesmas imagens:

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Uma criança: “Vamos brincar neste brinquedo”

O progenitor da criança: “Segura-te bem ao brinquedo”

O zelador do parque: “Este brinquedo precisa de manutenção”

O criador: “Com este banco ficou mesmo parecido com um pássaro”

À cultura Twitter: “Uma foto no Twitpic: lembra-me o Twitter”

 

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Uma criança: “Olha um peixe!”

O progenitor da criança: “Sim, é um peixe baleia”

O zelador do parque: “A pedra da baleia ficou bem lavada”

O criador: “Com o efeito da água parece-nos que a baleia nada”

À cultura Twitter: “Uma foto no Twitpic: parece a fail whale

 

É claro que os diálogos acima são suposições, mas chamam-nos à reflexão do que a cultura tecnológica acrescenta ao nosso dia-a-dia: uma nova forma de ver o mundo.  É uma das razões porque sou optimista quanto à utilização consciente das novas tecnologias.  A Cultura Twitter, tal como outras culturas nascidas com as novas tecnologias trazem-nos benefícios quando as vivemos conscientemente, equilibrando o que de melhor o dia-a-dia nos oferece com a eficiente procura, encontro e partilha do que criamos.

Segunda-feira, 20 de Julho de 2009

Tecnologia e Educação I

Geek child

O que um computador dirigido às crianças, o ensino remoto, os sites e os jogos educativos têm em comum?  Cada vez mais a tecnologia responde aos paradigmas da Educação, principalmente dos mais novos, investindo na receptibilidade com que as crianças  compreendem as novas tecnologias, interagindo, construindo e desafiando a que outras se desenvolvam.  O ciclo de reciprocidade entre a Tecnologia e a Educação não teve uma troca tão eficiente e intensa como agora, no século XXI, em que o distanciamento cultural de gerações destaca um futuro promissor de crianças naturalmente geek.

A educação tecnofóbica de outrora, fundamentada na importância do que se considerava como “natural” (a aprendizagem iterativa apenas em ambientes reais), dá lugar ao uso inteligente das tecnologias na compreensão e sustentabilidade do Mundo real, numa perspectiva ampla, diversificada e democrática.  O uso dos equipamentos electrónicos acaba por incentivar a criatividade e a melhor percepção da própria Natureza, quando, de antemão, temos o conhecimento como dado adquirido, a ser demonstrado ou questionado numa próxima interacção sensorial com o ambiente real.  É claro que cabe aos responsáveis educativos a gestão do equilíbrio, em cada situação entre tecnologia e iteração com o real.

As crianças que jogam no computador, consultam sites educativos, e interagem com as novas tecnologias também podem e devem andar de bicicleta, passear no Parque da sua cidade, ir à praia e entrar no galinheiro da casa dos avós na aldeia.  As crianças geek recriam o Mundo sem pre-conceitos tecnofóbicos, sem pós-conceitos egocentristas, respondendo construtivamente à própria tecnologia que os ajudou, com a irreverência inteligente do costume: e porque não?

Domingo, 12 de Julho de 2009

Marketing viral

Já não é novidade, e o próprio conceito já tem mais de dez anos.  Marketing Viral é uma forma de propaganda que se baseia na potencialidade de difusão da informação nas redes sociais.  A analogia com vírus é obvia: quando um bom anúncio chega à uma rede social é rapidamente difundido.  A consequência também é rápida:  a empresa ou produto associado ao anúncio ganha notoriedade sem ter sido usados recursos de media (jornais, revistas, TV, outdoors) para a promoção.  O custo e o esforço reduzem-se à concepção do anúncio, concentrando ainda mais as possibilidades de alcançar o objectivo esperado.  Um bom exemplo é o vídeo que está a causar furor actualmente, os bebés patinadores, para a marca de água Evian:

E o “making of”:

Sábado, 11 de Julho de 2009

Tecnologia e entretenimento II

Conheci este vídeo através de um link no Twitter (@contrafactos):

A Mesai Animation, equipa (não se consideram uma empresa) responsável pelo vídeo, dá maiores informações sobre a concepção no seu site.

A Pixar Animation Studios, detida actualmente pela Disney, também começou assim.  Quem não se lembra do vídeo dos dois candeeiros de mesa, ainda como Spore:

E que deu origem mais tarde, em 1986, ao primeiro vídeo oficial da empresa:

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Google Chrome OS

Tomando como ponto de partida seu browser Chrome, a Google concentrou esforços no desenvolvimento de um sistema operativo orientado à web, mais leve, mais rápido, mais simples, mas seguro, mais Google.

A arquitectura baseia-se no browser Chrome (interface com o utilizador) sobre um kernel Linux.  As aplicações que correm no Chrome são aplicações web.  Como cada vez mais o desenvolvimento de aplicações é baseado na web (e esta mudança está para ficar), a portabilidade é garantida se as aplicações forem compatíveis com os browsers de existentes nos outros sistemas operativos (Internet Explorer, Firefox, Opera, Safari, etc.)

Está previsto surgirem no 2º semestre de 2010 os primeiros portáteis com o Chrome OS incluído.

Outras Características:

  • Código aberto
  • Inicialmente direccionado para portáteis
  • Suporta x86 e ARM

Mais informações: